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Review: Frontlines: Fuel of War PDF Imprimir e-mail
(1 voto)
Escrito por Marco Monteiro & Débora Ribeiro   
28-Mar-2008
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Review: Frontlines: Fuel of War
Página 2

Esta é a primeira Full review feita pelo Japplo, espero que gostem.

Trailer do Jogo:

Hoje em dia existe uma grande diversidade de jogos de guerra modernos, entre os quais está o Frontlines: Fuel of War. O cenário deste jogo é um conflito num futuro próximo entre a aliança Russa/Chinesa e o mundo ocidental. Este jogo é comparável ao Call of Duty 4 e até mesmo às séries Battlefield, sendo impossível falar do Frontlines sem os mencionar. É um jogo feito de vastos mapas e concebido para um grande número de tropas com missões para ocupação de terreno e destruição de objectivos. Dentro do jogo temos diversos veículos pesados para nossa mobilidade, como helicópteros, jactos, tanques e uma variedade de carros blindados para explodirmos com o cenário em grande estilo.

É também um jogo que exige e recompensa o trabalho de equipa. Para os aficionados do Battlefield 2 pode haver por vezes uma certa familiaridade entre os jogos, como nos cenários ou nas personagens. No entanto, o Frontlines difere-se de formas significativas, uma característica importante é o facto de a acção em single-player ter prioridade com uma campanha muito própria, baseada na companhia de assalto Stray Dog durante um período crítico que antecede a terceira Guerra Mundial. Cada missão dentro desta campanha tem uma estrutura própria, em que ao completar um conjunto de objectivos desbloqueia-se outro. Partindo de uma simples patrulha em volta de umas instalações de produção de petróleo, depressa estamos envolvidos num ataque a uma fábrica de tanques, numa incursão sniper em território inimigo e assaltos a bases de mísseis ou quartéis general inimigos.

No Frontlines temos uma certa medida de controlo não sendo assim levados de tiroteio em tiroteio de cena para cena. Os mapas são surpreendentemente vastos e os objectivos podem ser atingidos em quase qualquer ordem. Sempre que vemos carros blindados ou tanques, estes podem ser utilizados, sendo que raramente somos obrigados a fazê-lo. Pode ser utilizado diverso armamento pesado, inclusive drones em qualquer sítio que queiramos, dando-nos real controlo da situação.

 Os drones são uma das adições mais importantes deste jogo, trata-se de uns “espiões telecomandados, que podem ser enviados para baixo de tanques ou acampamentos inimigos para fazê-los explodir, além dos drones voadores, que são mini helicópteros munidos de metralhadoras e que nos auxiliam a superar a defesa inimiga, podendo ser importantes para a sobrevivência.

Nas missões onde é importante a interacção com os transportes, os helicópteros e os tanques podem ser conduzidos plenamente. Quanto ao resto do pelotão que geralmente em outros jogos não faz nada, no Frontlines, eles apoiam o jogador “limpando” tropas inimigas que estejam a rondar. Os inimigos podem surpreender-nos pelas costas, ou até mesmo passar por nós sem nos ver. Nas áreas em que já destruímos o inimigo podem no entanto voltar a aparecer elementos hostis fazendo-nos redobrar a atenção.
Só nos resta dizer que além de tudo isto, há ainda uma refinada selecção de armas quase futuristas como espingardas de assalto, de sniper, pistolas ou lança rockets que proporcionam uma agradável experiencia como single player.

Um defeito neste jogo é o excesso de missões parecidas no que toca à maneira de serem ultrapassadas, e pior ainda parecidas em termos de estrutura. Se calhar é o próprio conceito do jogo que assim é, ou até a sua direcção artística que não fez o melhor trabalho, o que é certo é que o mundo de Frontlines é um pouco estéril e aborrecido.
É verdade que enquanto o jogo usar o motor do Unreal 3, será uma produção sólida. Onde GRAW 2 foi incrível, quase a roçar no detalhe realista, onde a iluminação era incrível, ou até ao passo que COD 4 tinha ambientes lindos, personagens credíveis e efeitos cinematográficos que convenciam, porém no Frontlines tudo parece um pouco – mas apenas um pouco – mais brando.

A versão do PC passa um pouco a versão de Xbox 360 nestes aspectos, onde as texturas estão um pouco mais detalhadas e os modelos um pouco mais refinados. No entanto deixo um conselho para os utilizadores que têm uma GeForce 8, pois apesar do jogo correr com tudo ao máximo com uma GeForce 8800 parece que o melhor é diminuir um pouco as opções de “Foliage” para que nas partes de mais confusão não haver qualquer problema com a frame rate. Espera-se que este problema venha a ser resolvido numa próxima versão ou pach.





 
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